domingo, 18 de dezembro de 2011
DESTINOS CRUZADOS...
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
METADE DE MIM MORREU...

Metade de mim era amor, e a outra metade era acreditar nele.
Metade de mim morreu, e a outra metade está quase escassa.
Minha metade de amor se sente só.
Minha metade que acredita, não confia em mais ninguém.
Um pedaço de cada metade sente esperança.
O meu inteiro se lamenta...
Minhas duas metades, não o inteiro, sentem necessidades diferentes.
Uma metade quer encontrar o amor, e a outra quer apaga-lo definitivamente da minha vida.
Agora é assim...
De um lado a poesia, o verbo, a saudades.
Do outro a luta, a força e a coragem pra chegar ao fim.
E o fim é algo incerto...
E o novo, é o credo, a fé que falta em mim...
Ah sim, é bem provável que feche o ciclo!
Amanhã será uma página virada… Será quando retomaremos nossos caminhos.
Caminhos cercados de carinhos estranhos, que não este que brotou da alma e não pode ser eternizado.
Embora a tristeza tome conta da minha’ alma, que chora suas lágrimas (que não deve ser derramada, homem não chora né?) inundando assim meu coração, que bate descompassado, já de saudades.
Metade de mim morreu essa noite... E a outra metade, já não sei se sobrevive...
Enfim… Quem perde o teto, merece ganhar as estrelas!
terça-feira, 19 de julho de 2011
Ela que já sabe que amar e ser amado, pode ser mais que fluido.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Me escondo no calabouço meu interior E baixinho sussurro minha oração de amor...

quinta-feira, 2 de junho de 2011
Que a noite venha... e traga consigo o meu outro eu mas triste e mais sombrio. É no silêncio da noite que eu me sinto livre e liberta dos meus medos.
Já morri não sei quantas vezes
para tornar a renascer
neste mundo onde já vivi
e que já não é meu
Choro sobre a própria sepultura...
onde descanso meu outro corpo.
Mas a alma é a mesma... sou eu.
Vim procurar quem eu sempre amei...
..."Esperarei por ti até que os meus olhos doam no avistar ansioso do horizonte, até que a minha voz sucumba até que a minha memória se apague levando com ela o porquê da espera. até que o céu não seja céu, até que os mares não sejam mares, até que a minha vida sejas tu, até que a minha morte seja a tua ausência, até que vá vivendo e morrendo a cada instante porque vivo para ti e morro sem ti."

terça-feira, 12 de abril de 2011
Mais um selinho, que delicia!!!
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Morte na escola (Rio de Janeiro, 07 de abril)

SÁBADO, 9 DE ABRIL DE 2011
quarta-feira, 16 de março de 2011
Saudade...

Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.

sábado, 20 de novembro de 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Vista Cansada...
“Saindo eles de Jericó, uma grande multidão o acompanhava. E eis que dois cegos, assentados à beira do caminho, tendo ouvido que Jesus passava, clamaram: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de nós! Mas a multidão os repreendia para que se calassem; eles, porém, gritavam cada vez mais: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós! Então, parando Jesus, chamou-os e perguntou: Que quereis que eu vos faça? Responderam: Senhor, que se nos abram os olhos. Condoído, Jesus tocou-lhes os olhos, e imediatamente recuperaram a vista e o foram seguindo.” Mateus 20:29-34Quem disse ser capaz de olhar cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez? Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse
Essa idéia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Criador escreve certo por linhas tortas, e que devemos respeitar o leito do rio. Afinal, cada coisa em seu tempo.
Se eu morrer, morre comigo um certo modo diferente de ver, o que todo mundo não vê, ou, de tanto ver, banaliza o olhar. Vê, não vendo.
O que me cerca, e o que me parece familiar, desperta curiosidade sim, pois meu campo visual da retina não é vazio. Vejo com olhos espirituais, semelhantes ao olhar de uma criança, que vê, de fato, o que o adulto muitas vezes está impossibilitado de ver. Meus olhos estão atentos e não são ingênuos para o espetáculo do mundo.
Concordo que infelizmente, há pais que nunca viram seu próprio filho, maridos que se recusam a ver e valorizar suas esposas, amigos que não sabem o sentido verdadeiro da amizade. Metades que não se reconhecem ou simplesmente se ignoram...
O mundo está cercado de gente com vista cansada, olhos gastos, opacos, sem brilho. Vista grossa a curto modo, só fortalece o orgulho e cria o monstro da indiferença.
Que tar?
Bicho esquisito esse, passa a viver trancafiado, recolhido e escondido nos corações retalhados de dor.
A vida continua, aqui ou no plano etéreo.
E em terra de cegos, quem tem um olho é rei!
(Vista Cansada, crônica do jornalista Otto Lara Resende; com adaptações By Kathy).
sexta-feira, 23 de abril de 2010
BORBOLETAS SEMPRE VOLTAM...
MILHO DE PIPOCA.



